Bovespa sobe 2,14%; dólar atinge R$ 2,50
Folha Online
www.folha.com.br
As ações brasileiras ganham valor nos primeiros negócios realizados na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta quarta-feira. O mercado deve operar hoje sob expectativa da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que anuncia a nova taxa básica de juros do país. Investidores e analistas também monitoram a possível aprovação de um [...]
Folha Online
www.folha.com.br
As ações brasileiras ganham valor nos primeiros negócios realizados na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta quarta-feira. O mercado deve operar hoje sob expectativa da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que anuncia a nova taxa básica de juros do país. Investidores e analistas também monitoram a possível aprovação de um plano de socorro financeiro às montadoras americanas. O câmbio atinge R$ 2,50.
A maioria dos economistas de bancos e corretoras acredita que o Comitê deve manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, considerando que a autoridade monetária ainda deve esperar o primeiro trimestre de 2009 para iniciar um possível ciclo de corte dos juros básicos.
O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, valoriza 2,14% e atinge os 38.779 pontos. Ontem, a Bolsa fechou em queda de 0,83%.
O dólar comercial é comercializado por R$ 2,507 na venda, o que significa um avanço de 1,45% sobre a cotação de ontem.
O Banco Central realiza hoje um leilão de 70 mil contratos de “swap” cambial, para renovar os títulos que vencem já no primeiro dia útil de 2009. Os novos contratos têm vencimentos previstos para março de 2009, julho de 2009 e janeiro de 2010.
As Bolsas asiáticas fecharam em terreno positivo, com investidores comemorando o anúncio feito ontem de que os legisladores americanos já chegaram a um acordo para aprovar um plano de resgate da ordem de US$ 15 bilhões para ajudar as montadoras. A Bolsa de Tóquio fechou em alta de 3,15%, enquanto a Bolsa de Hong Kong subiu 5,59%. Na Europa, a Bolsa de Londres tem baixa de 0,28% enquanto a Bolsa de Frankfurt valoriza 0,56%.
Entre as primeiras notícias do dia, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que o nível de emprego na indústria brasileira caiu 0,2% em outubro, após dois meses de estabilidade nesse indicador. De janeiro a outubro, houve crescimento de 2,6% sobre idêntico período de 2007.
A Itália reconheceu oficialmente que caiu em recessão. O Istat (Instituto Nacional de Estatística) reconheceu que houve uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) pelo segundo trimestre consecutivo, o que não ocorria há 15 anos.