BBB9: Priscila conta que já foi confundida com uma garota de programa
Priscila conta aos colegas do Big Brother Brasil as dificuldades de trabalhar no mundo da moda.
Numa conversa descontraída na cozinha da xepa, os confinados falaram sobre as dificuldades de trabalhar no mundo da moda. Priscila foi o centro das atenções e contou aos colegas que um motorista de táxi carioca achou que ela fosse uma garota de programa.
A situação aconteceu no Rio de Janeiro. Priscila disse que pegou um táxi na Barra da Tijuca e, antes de dizer o local aonde iria, o motorista se antecipou e fez uma pergunta que a incomodou: “É para a Avenida Atlântica?”. A modelo explicou o motivo da sua irritação, dizendo que o local é um famoso reduto de prostituição da cidade. “Não, moço, não é para lá não”, respondeu, indignada na ocasião.
A campo-grandense revelou ainda que na carreira há mulheres que realmente trabalham como modelos e outras que usam o nome da profissão como fachada para se prostituir. Priscila disse que nas agências de modelos, existem dois tipos de books: o book normal, das garotas que trabalham campanhas publicitárias, e o “book rosa”, das que se prostituem.