Flu transforma Taça Rio em “Copa do Mundo”

Parreira tem quatro Mundiais no currículo experiência não lhe falta em competições de tiro curto.

Carlos Alberto Parreira tem quatro Mundiais no currículo, portanto, experiência não lhe falta em competições de tiro curto, como a Taça Rio. Com sete jogos pela frente na fase classificatória e mais quatro partidas decisivas até o título estadual, o treinador inicia seu trabalho em uma espécie de Copa do Mundo nesta quarta-feira, quando o Fluminense enfrenta o Volta Redonda, às 19h30 (de Brasília), no Maracanã.

Desde que foi apresentado, no último sábado, o novo treinador tricolor vem reforçando o discurso de que todos os jogos da Taça Rio serão uma decisão. Ontem, em seu primeiro contato mais próximo com os jogadores, ele fez questão de ressaltar o seu ponto de vista.

“O Parreira deixou bem claro que cada partida agora será uma final de campeonato. Dá para dizer que é uma Copa do Mundo, todos os clubes querem essa Taça Rio e, depois, o Estadual. A experiência do Parreira nesse tipo de competição será fundamental para nos ajudar”, disse Thiago Neves, que jogará mais um vez no ataque, ao lado de Éverton Santos.

“Atuei nessa posição algumas vezes com o Renato (Gaúcho, ex-técnico do Fluminense) e me sinto confortável. Claro que sempre acabo voltando mais para buscar o jogo, mas o próprio Parreira pediu que eu fizesse isso”, afirmou.

O treinador confirmou a escalação da equipe após o treino de ontem, nas Laranjeiras, mas mudou um pouco a idéia inicial. Na véspera, Parreira afirmara que jogaria com apenas um volante, mas em seguida lançou Fabinho e Romeu entre os titulares.

“Só o Fabinho jogará fixo, pois o Romeu fará a saída de bola pelos lados. Não vai jogar como um volante clássico”, afirmou o treinador, tentando justificar sua decisão.

A novidade da equipe ficará por conta da presença de Marquinho como titular. Com Thiago Neves no ataque, ele atuará na armação das jogadas ao lado do argentino Conca. Esta será a primeira oportunidade de o jogador começar atuando desde que foi contratado.

“Não tive muitas chances com o Renê (Simões, técnico que iniciou o ano no comando do Fluminense) e agora o Parreira me dará essa oportunidade logo de cara. Preciso aproveitar da melhor maneira possível, porque a disputa ali no meio é intensa”, disse.

O meia admite que ainda não conseguiu notar muitas diferenças entre o trabalho de Parreira e Renê, mas espera que isso mude em breve. “Ainda é pouco tempo para vermos a diferença, mas em breve a qualidade dele vai aparecer”.

Terra
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Publicado Quarta-feira, 11 Março 2009. Acompanhe os comentários através do RSS 2.0 feed.

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