Empresária da Daslu orientou vendedoras
Eliana Tranchesi foi condenada pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos
Empresária e dona da butique de luxo Daslu, Eliana Tranchesi, já tinha orientado suas funcionárias a “continuar exercendo naturalmente as funções”, caso ela fosse presa. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
Nessa quinta-feira, a 2ª Vara da Justiça Federal condenou Eliana e seu irmão, Antônio Carlos Piva de Albuquerque, a 94,5 anos de prisão cada. Os dois responderão pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos. Além deles, o empresário Celso de Lima, ex-diretor financeiro da Daslu, foi condenado a 52 anos de prisão. Os acusados não poderão recorrer em liberdade da sentença.
“A gente ficou sabendo, mas não vai mudar nada. Daqui a pouco ela sai e tudo volta ao normal”, contou uma das vendedoras do espaço 284, uma nova marca feminina da Daslu. “Vamos lá, meninas, se Deus quiser, vamos vender tudo”, disse ontem uma chefe a suas vendedoras no silêncio da loja vazia.
Terra
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